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XANGAI MUDA A SUA PELE

Na última parte da nossa minissérie sobre a remodelação urbana, nós vamos até à capital comercial da China. Xangai aloja 23 milhões de pessoas, o que faz dela a terceira cidade mais povoada no mundo. Vamos ver o que acontece aos antigos edifícios na cidade.

Xangai é uma cidade com uma mentalidade "que deixa o passado para trás". "Eu vi Xangai evoluir e transformar-se num centro de negócios mundial que atrai talento de toda a Ásia. Existem sempre algo de novo todos os dias, desde restaurantes e cafés a arranha-céus", afirma William B. Johnson Vice-Presidente Executivo da KONE para a Grande China. Originário dos Estados Unidos, Johnson criou três filhos em Xangai e viveu na Ásia quase tanto tempo como nos E.U.A..

Esta capital comercial da China aloja 23 milhões de pessoas, o que faz dela a terceira cidade mais povoada no mundo. Isto é um salto gigantesco dos pouco menos de 8 milhões de habitantes em 1990, quando a cidade era considerada a 20.ª maior cidade do mundo. E o fim do crescimento não está à vista: As Nações Unidas preveem que viverão quase 31 milhões de pessoas em Xangai em 2030.

A rápida urbanização é o fator-chave da tendência para edifícios altos, e muitos edifícios baixos são demolidos por escavadoras essencialmente por razões económicas.

"Os edifícios antigos não conseguem competir com os novos em Xangai", afirma Johnson, enfatizando o lado positivo do novo desenvolvimento para residentes.

MODERNIZAR PARA O PRESENTE E PARA O FUTURO

Shanghai sheds its skin
"MUITOS EDIFÍCIOS HISTÓRICOS FORAM CONVERTIDOS PARA UTILIZAÇÃO DIÁRIA MODERNA", AFIRMA WILLIAM B. JOHNSON

"A renovação de muitos edifícios antigos tem sido adiada ao longo de três gerações, uma vez que a modernização requer investimento significativo, sobretudo tendo em conta que a classe média em rápido crescimento na China tem elevadas expetativas em termos de espaço para viver e em termos de comodidades residenciais", afirma Johnson. Mas chegou o momento dos mecanismos apropriados para a remodelação urbana.

"Muitos edifícios de apartamentos antigos não têm elevadores, encurralando assim, literalmente, as pessoas idosas nos pisos superiores. Inúmeras famílias moram em edifícios baixos degradados sem saneamento adequado e sem conforto, muitas delas com 4 a 5 famílias a viver numa única casa. Substituir estes edifícios sobrelotados por edifícios de apartamentos médios e altos melhora significativamente o conforto, a segurança e o espaço para viver", explica.

A modernização de elevadores é uma questão crítica nas cidades em todo o mundo, onde a infraestrutura está a envelhecer. Os melhoramentos na segurança, na acessibilidade e no consumo de energia são os benefícios mais óbvios da substituição do equipamento antigo por novo.

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