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UMA CIDADE DE PARADOXOS

A nossa missão na KONE é melhorar o fluxo de pessoas no ambiente urbano. Para captar a essência da urbanização, nós partilhamos consigo histórias de pessoas de 17 cidades. Christina Poulsen percebeu que viver na reluzente cidade de Xangai pode ser interessante e um desafio. Leia a sua história.


"Eu vivi em Xangai, num edifício com 28 pisos, durante um ano, de 2013 a 2014. Da nossa janela da sala de estar, nós podíamos ver a construção do maior edifício de Xangai e do segundo maior edifício do mundo, o Shanghai Tower (632 m). Mesmo do lado direito do nosso edifício, havia um distrito que compreendia casas antigas chamadas "shikumen" (portão de pedra), reconstruídas em meados do século XIX em vielas estreitas, e atrás da nossa casa havia outra vizinhança antiga que foi demolida durante o período em que lá vivi. Bastava olhar pelas janelas para vermos o passado, o presente e o futuro desta cidade fantástica.


Mas viver em Xangai abriu-me os olhos para muitas problemáticas relacionadas com o desenvolvimento urbano. No início, era fascinante a vista sobre os edifícios mais altos, mais inteligentes e futuristas no horizonte da cidade. Mas pouco tempo depois, comecei a ver as coisas sem os "filtros cor-de-rosa". Eu percebi que o desenvolvimento requintado só é adequado se for executado de modo seguro e fiável.


A minha filha tinha um ano na altura, e a vida em Xangai com uma criança pequena pode ser difícil. Devido aos elevados níveis de poluição, nós tínhamos de ficar em casa. O tráfego era caótico e, por exemplo, atravessar a rua era sempre um desafio mesmo quando havia passadeiras e semáforos. Por outro lado, em mais nenhum lado eu senti a simpatia das pessoas para com as crianças, dedicando sempre algum tempo a elas. É uma cidade de paradoxos."

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