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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, MAIS REAL DO QUE SE POSSA PENSAR

À medida que a tecnologia continua a progredir a um ritmo frenético, o Santo Graal para a maioria das empresas tecnológicas é a Inteligência Artificial. E longe de ser uma coisa de ficção científica, a Inteligência Artificial está, cada vez mais, a fazer parte das nossas vidas. Andy Stanford-Clark, inventor principal na IBM diz-nos como isto tem o potencial de revolucionar o nosso modo de vida.

Pense em Inteligência Artificial ou IA, e a primeira coisa que vem à mente da maior das pessoas é uma máquina que consegue andar, falar, pensar e, mais importante ainda, tomar decisões tal como os seres humanos. E apesar de podermos estar a décadas de distância daquilo que vemos nos filmes, Andy Stanford-Clark da IBM diz que já não é possível negar a presença da IA à nossa volta.

"A IA vem disfarçada de várias formas. Por exemplo, muitas pessoas falam para os seus smartphones ou assistentes virtuais. O carro que eu comprei recentemente tem funcionalidades como a travagem automática, é capaz de ler os sinais de velocidade e de me alertar se estiver a conduzir demasiado depressa. Tudo isto são exemplos de como a automação da máquina está a assumir o papel daquilo que os seres humanos inteligentes fazem, e, por isso, podem ser considerados uma forma de inteligência."

Como é que se pode então distinguir entre máquinas inteligentes, às quais somos expostos em quase todas as facetas das nossas vidas, e aquelas que têm elementos de IA? A IBM usa o termo inteligência cognitiva para distinguir entre as duas.

"Está a treiná-la para analisar, teorizar e atualizar tal como fazemos. Nós observamos o nosso ambiente; avaliamo-lo e temos uma ideia de como reagir a ele. Depois, tentamos colocar em prática essa ideia, e se não resultar como esperamos, tentamos algo diferente. Este círculo interativo de observar e aprender é o que distingue o comportamento automatizado da IA."

Dotar a IA de olhos e ouvidos

Mas ter só inteligência não basta. Também precisa de descobrir uma forma de fornecer informação a esta inteligência para ela processá-la. E isso, diz Andy, é onde entra a Internet das Coisas ou IoT.

"Se tivesse um cérebro isolado numa jarra, seria difícil saber se ele era inteligente ou não porque não estaria a interagir com nada nem ninguém do mundo exterior. O mesmo acontece com a IA. Precisa de fornecer-lhe informação e dados, e uma forma de fazer isso é através da IoT, que é como se fosse os olhos e ouvidos da IA, permitindo que ela compreenda o mundo à sua volta, que formule uma hipótese e que depois faça algo, como desligar uma bomba, diminuir um termóstato, etc., que tem tudo que ver com a IA, a capacidade de usar máquinas para executar tarefas, para que os seres humanos não tenham de as executar."

E esse pode ser o maior desafio que a IA enfrenta hoje. Existem vários equipamentos construídos em torno da IoT, desde frigoríficos a escovas de dentes e sistemas de iluminação, mas ainda não foi encontrada a aplicação-chave para a utilização em massa do utilizador da IA. Até agora, a tendência tem sido a de integrar a IA e a IoT em equipamentos só porque é possível, em vez de integrá-las para resolver um problema genuíno. E enquanto essa investigação continua, afirma Andy, o futuro da IA pode estar nas suas aplicações industriais.

"Se olhar para o trabalho que estamos a fazer com a KONE, por exemplo na manutenção preditiva e projetos semelhantes noutras indústrias, estes são projetos de menor risco. Se pudermos prever problemas de manutenção, dizer quando algo vai falhar ou avariar, em vez de realizar a manutenção de algo uma vez por ano ou de esperar e depois reagir quando algo avaria, as poupanças em termos de custos e tempo podem compensar o investimento nas tecnologias da IoT e da IA."

Assumir a tendência dominante da IA

A KONE e a IBM estão a colaborar no projeto 24/7 Connected Services, onde é utilizada a plataforma IoT Watson da IBM para permitir que estas máquinas falem com a nuvem em tempo real e de forma inteligente. Esta informação será depois usada para melhorar a eficiência, prever falhas e prestar mais serviços aos clientes da KONE. E, segundo Andy, isto é apenas uma amostra do que está para vir.

"Em primeiro lugar, gera muita eficiência e permite um melhor serviço, mas à medida que avançamos, que recolhemos mais dados, que colocamos mais infraestruturas no local, nós podemos premir o botão na IA e fazer coisas realmente inteligentes em relação à maneira como as pessoas interagem com os elevadores, por exemplo, detetar quando alguém está a sair do quarto do hotel e ter o elevador disponível para utilização. Vemos imensas vantagens quantificáveis de aplicações como estas, que depois vão impulsionar a IA a ser integrada nas aplicações noutras indústrias à medida que a tecnologia progride."

Exemplos como a manutenção preditiva ou mesmo a capacidade de diminuir automaticamente o termóstato mostram como a IA pode causar uma mudança genuína, algo que, segundo Andy, vai torná-la aceitável aos olhos da tendência dominante e permitir que mais aplicações sejam criadas à sua volta.

"Já vi muita IA a ser utilizada em aplicações de comercialização que são usadas para tentar adivinhar os mercados bolsistas. Estamos até a usá-la nos cuidados de saúde, nos programas de investigação oncológica, onde a IBM Watson é utilizada para ajudar a orientar os médicos no diagnóstico de vários tipos de cancro. Eu penso que encontrar aplicações que terão uma utilização genuína nas vidas das pessoas é o que irá incentivar ao uso da IA no mundo que nos espera."

E essa progressão é quase inevitável à medida que a tecnologia continua a acelerar. Todos os anos é proposta mais capacidade de memória e capacidade computacional pelo mesmo custo, o que, para além das tecnologias de nuvem, oferece capacidades praticamente ilimitadas que, segundo Andy, vão permitir à futura IA executar tarefas mais avançadas.

Futuras aplicações da IA

Quais são algumas das aplicações nas quais a IA será integrada no futuro próximo? Andy prevê múltiplas utilizações, incluindo uma maior integração nas casas das pessoas, com a IA a controlar muitos dos equipamentos e sistemas, como a iluminação, o consumo de água e a segurança. A nossa experiência de condução já está a ser aplicada na realidade atual com o estacionamento automático e a localização automática de rotas, e eventualmente teremos automóveis de condução automática. Andy também espera que o setor da saúde tenha um grande beneficio, com a IA a ajudar a prever potenciais problemas de saúde, ao realizar a manutenção preditiva aos nossos corpos. As tecnologias cognitivas verão também as indústrias a serem capazes de oferecer melhores serviços e produtos a um custo mais baixo, ao mesmo tempo que prestam um serviço superior ao cliente.

Como vamos ver os resultados da integração da IA nos próximos anos? Andy acha que será um esforço de colaboração.

"As pequenas empresas que pretendem experimentar as tecnologias da IA serão as primeiras a promover as novas aplicações inovadoras. As grandes empresas como a IBM vão contribuir com o investimento e a presença no mercado para "empurrar" as coisas para a tendência dominante, enquanto as universidades vão contribuir com a Investigação e o Desenvolvimento para as tecnologias futuras. Mas, mais importante ainda, serão as pessoas comuns que irão usar estes produtos, dar-nos o feedback e garantir que um produto não seja visto como um Big Brother."

Com a tecnologia e a capacidade computacional a progredirem a um ritmo acelerado, o cenário está montado para uma tempestade perfeita. Portanto, preparem-se para a mudança radical que a IA vai trazer às nossas vidas, como nunca visto antes.

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