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A MUDANÇA NA CIDADE DO MÉXICO

A nossa missão na KONE é melhorar o fluxo de pessoas no ambiente urbano. Para captar a essência da urbanização, nós partilhamos consigo histórias de pessoas de 17 cidades. Há 20 anos, se pedíssemos a David Santacruz Negrete para descrever a Cidade do México numa palavra, ele diria "verde". Mas agora ele diz que é "cinzenta".

"Um dia, poucos meses depois de começar a conduzir, bateram na minha viatura. Nunca mais voltei a conduzir. Os maiores avanços da urbanização na minha cidade foram concebidos para automóveis e não para pessoas. Eu adoro a minha cidade, mas eu detesto os automóveis e os seus condutores!

Durante a primeira metade do século XX, os automóveis eram a forma de exibir a modernidade e o progresso. Gerações inteiras cresceram com a ideia de que não há outra forma para de deslocar nesta cidade a não ser com automóveis. Hoje em dia, temos um grande problema de poluição, e as pessoas continuam a usar diariamente um automóvel por pessoa. Isto é insustentável.

Depois do meu acidente de automóvel, eu mudei-me para um bairro na zona da baixa e comecei a usar a bicicleta para me deslocar. Hoje em dia, existem mais ciclovias e podemos deslocar-nos em segurança, mas, há 8 anos, deslocar-se de bicicleta era muito arriscado. Eu incentivo as pessoas a usar a bicicleta em detrimento dos automóveis como um grito de rebelião para retomar o controlo da rua. Eu acho que os mexicanos são acolhedores, tolerantes e respeitadores, mas estas virtudes perdem-se quando as pessoas se sentam atrás de um volante.

Mas este crescimento também tem um lado positivo. Quando eu era adolescente, saí de casa dos meus pais, no norte, para ir para o sul da cidade, cuja viagem demorava 2 horas. Hoje em dia, faz-se esse percurso em menos de uma hora graças à autoestrada. Eu adoro esta cidade e a sua gente apesar de todos os seus defeitos, ou seja, quando estão a conduzir um carro."

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