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NADA DURA PARA SEMPRE

A nossa missão na KONE é melhorar o fluxo de pessoas no ambiente urbano. Para captar a essência da urbanização, nós partilhamos consigo histórias de pessoas de 17 cidades. Olhemos para Oslo através dos olhos de um designer visual de 34 anos, Edmond Yang.

"Eu vivi na Noruega toda a minha vida e em Oslo desde os meus 2 anos, apesar de passar muito tempo em Hong Kong. O meu avô foi um dos primeiros homens chineses a vir para a Noruega, quando tinha apenas 11. Ele trabalhou em expedições da China para a Noruega. De facto, muitos dos chefes dos mais antigos restaurantes chineses de Oslo trabalharam nos barcos do meu avô.

Oslo mudou muito desde então. A imigração trouxe muitas novas culturas para a cidade. Eu senti muito racismo quando era mais novo, mas agora nem tanto. Trabalho como designer visual em Oslo, mas também passo muito tempo a trabalhar em Hong Kong. Organizei a minha primeira exposição individual "Nothing Lasts Forever" aqui, em 2015. Apresentava 15 paisagens de Bergen, Oslo e Trondheim, com a intenção de lembrar as pessoas de que mesmo durante os nossos frenéticos dias de trabalho, nós temos de arranjar tempo para parar, respirar fundo e apreciar o ambiente à nossa volta porque amanhã poderá já não estar lá. Apresentava tanto a arquitetura moderna, como a Opera House de Oslo, como a mais histórica, tal como o Royal Palace, pois ambos têm histórias importantes para contar.

Como designer visual, eu estou sempre a comparar esteticamente Oslo com os nossos vizinhos escandinavos de Estocolmo e Copenhaga. Apesar de todo o trabalho para regenerar a marginal de Oslo, penso que a área se assemelha à Europa continental faltando-lhe uma influência norueguesa. Continua a faltar à cidade um símbolo de reconhecimento internacional. Apesar de a nossa cidade continuar a expandir, nós continuamos a valorizar e apreciar o nosso estilo de vida no exterior. Nós temos uma palavra norueguesa para isso, "friluftsliv", que é difícil de traduzir mas capta perfeitamente o nosso amor pela natureza e pelo ar livre. Não importa o quão Oslo cresce, não me parece que alguma vez percamos o gosto pela caminhada e pelo esqui."

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