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INVESTIR NO FUTURO

100 anos de grande celebração! A KONE celebrou o seu primeiro centenário, em 2010, com a criação de uma organização independente e sem fins lucrativos – a KONE Centennial Foundation (KCF) – para ajudar crianças e jovens à margem da sociedade em vários países.

"Começou mais como um "obrigado" aos países que têm contribuído para tornar a KONE grande e útil", afirma John Simon, enquanto estamos aqui sentados a falar sobre a jornada da fundação. Simon é membro do Conselho de Administração da KCF. Tal como Tiina Herlin e Riikka Ihamuotila, também presentes no encontro. Esta equipa tem planeado e moldado as atividades da KCF em diferentes zonas geograficas desde o seu início.

O seu primeiro projeto, em 2011, foi criar uma biblioteca móvel especificamente para crianças e trabalhadores migrantes em várias cidades da China. A próxima paragem foi Índia, onde a equipa colaborou com Rotary Club Madras para prestar apoio ao Rotary Nagar Youth Center numa favela dentro da cidade, no sul da cidade de Chennai. Da Índia, eles partiram para a África do Sul e México à procura de jovens que precisavam de ser ajudados.

Os problemas variam de país para país, e a KCF tem um foco claro no que diz respeito ao seu grupo-alvo. "Nós limitamo-nos a atividades que beneficiam as crianças e os jovens em países onde as necessidades são visíveis. Isto é uma forma de nos orientarmos e de orientar aqueles que precisam de ajuda", afirma Simon.

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A ARTE CONTRA A VIOLÊNCIA: CRIANÇAS MEXICANAS A PARTICIPAR NO PROJETO "XICO ARTE", APOIADO PELA FUNDAÇÃO
A ARTE CONTRA A VIOLÊNCIA: CRIANÇAS MEXICANAS A PARTICIPAR NO PROJETO "XICO ARTE", APOIADO PELA FUNDAÇÃO

Mas o processo de finalizar uma iniciativa em cada país não é assim tão simples. "Nós não decidimos nada com antecedência", afirma Herlin. "Levamos algum tempo a descobrir o que é preciso e a definir a natureza dos projetos", afirma.

Ihamuotila acrescenta ao acenar com a cabeça em sinal de concordância: "Nós desenvolvemos imenso trabalho de base antes de irmos para um determinado país." "No México, por exemplo", afirma, "nós tentámos descobrir quais eram as situações mais problemáticas e falámos sobre as crianças de rua, o lugar de uma criança do sexo feminino na sociedade, etc. – muita investigação de factos."

Mas a investigação de base é apenas o primeiro passo. O processo inclui, posteriormente, várias discussões com os funcionários locais da KONE e com potenciais parceiros na cidade/país. Quando a equipa da KCF visita um país pela primeira vez, ela agenda 10-15 reuniões numa semana, com as organizações não-governamentais locais e potenciais parceiros, antes de começar do zero com o parceiro certo. Herlin acredita que este é um caminho lento mas eficiente para descobrir qual o projeto que poderia eventualmente tornar-se "autossustentável".

EM BUSCA DO MOMENTO MÁGICO

“O que queremos é encontrar aquela magia onde algo esteja prestes a acontecer ou possa vir a acontecer se lhe dermos um empurrãozinho" afirma Simon. Ele recorre ao exemplo do México para explicar. "Os habitantes da Cidade do México formaram uma coletividade para fazer coisas sem qualquer financiamento, e chegaram a um ponto em que, para darem mais um passo, eles tinham de formalizar o que estavam a fazer e obter algum tipo de financiamento. Dava para ver que eles estavam exatamente no ponto onde nós podíamos entrar em ação e ajudá-los a chegar a um nível muito acima onde podiam ajudar muitas mais pessoas", afirma.

O resultado? A KCF e a Tanesque A.C., uma organização não-governamental local numa comunidade com uma elevada taxa de criminalidade e desemprego na periferia da Cidade do México, estão a ajudar a "Xico Arte", um grupo de jovens locais interessados em arte, a tornarem-se numa organização não-governamental independente que trabalha em estreita colaboração com o Museu Xico.

Também a África do Sul conta uma história semelhante. Com a ajuda de inúmeros parceiros, a iniciativa da KCF na África do Sul contribuiu para fundar o inovador Westbury Youth Center (WYC) numa pobre comunidade de Joanesburgo com uma história de crimes relacionados com gangues e problemas de droga, e para garantir um financiamento inicial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Finlândia. O centro aloja agora agências sem fins lucrativos e programas de desenvolvimento de competências, de modo a criar um "balcão único" onde os jovens podem encontrar muitos serviços e oportunidades.

UM BANCO DE TRÊS PÉS

A tarefa da KCF não termina com a implementação do projeto. Ela continua a monitorizar remotamente os desenvolvimentos de todos os seus projetos. "Nós tentamos visitar cada projeto pelo menos uma vez por ano", afirma Ihamuotila.

A distância, segundo ela, não é o único problema. As diferenças culturais também impõem desafios. É aqui que entram em ação os funcionários locais da KONE e os parceiros. Eles ajudam a equipa da KCF a descodificar complexidades culturais e a superar as barreiras linguísticas.

"A dinâmica desta abordagem tripartida – como uma espécie de banco de três pés – é tal que se um dos pés ficar instável, o banco inteiro desmorona-se. Por vezes, o pé instável é a KONE, por vezes é o seu parceiro (a organização não-governamental), e conseguir um equilíbrio exige uma incrível capacidade de gestão", afirma Simon. A vantagem é que a equipa aprendeu a ser persistente e paciente, e a olhar para o lado positivo da situação.

Em menos de uma década, a KCF conseguiu fazer a diferença com base na cooperação de ideias e valores. A jornada desta organização com seis anos ainda agora começou.

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