WELCOME TO KONE!

Are you interested in KONE as a corporate business or a career opportunity?

Corporate site

Would you like to find out more about the solutions available in your area, including the local contact information, on your respective KONE website?

Your suggested website is

United States

Go to your suggested website

Cookies

Usamos cookies para otimizar a funcionalidade do site e para lhe dar a melhor experiência possível enquanto navega no nosso site.Se você concordar com isso e aceitar todas as cookies, basta clicar no botão 'Aceitar'.Você também pode rever a nossa declaração de privacidade.

Back to top

A PAIXÃO PELAS PALAVRAS

A nossa missão na KONE é melhorar o fluxo de pessoas no ambiente urbano. Para captar a essência da urbanização, nós partilhamos consigo histórias de pessoas de 17 cidades. Hamide Kaplan aprendeu a ler, o que mudou a sua vida. Continue a ler para saber como Izmir desempenha um papel importante nesta transformação.

"Eu tinha 21 anos e era recém-casada quando vim para Izmir em 1980. Foi a primeira vez que vi o mar; era de um azul maravilhoso. Viemos para aqui por motivos profissionais. O meu marido era cozinheiro, e eu trabalhava como empregada de limpeza. Na altura, eu não falava turco, pois a minha língua nativa é o árabe. Eu cresci com árabes e curdos, com muçulmanos e cristãos, numa pequena cidade no sudeste da Turquia.

Aqui, em Izmir, fiquei surpreendida com as mulheres para as quais fui trabalhar, pois eram determinadas e educadas. Nunca fui à escola; na minha terra natal, as mulheres não iam à escola. Um dia, depois do trabalho, eu ia apanhar um autocarro para ir para casa e perguntei ao motorista sobre o destino. Ele nem se dignou a responder. Em vez disso, ele perguntou: "Não sabe ler o sinal?" Fique envergonhada, e não consegui dizer que era analfabeta. Tinha de fazer algo. Comecei a frequentar cursos gratuitos de turco e aprendi a ler e a escrever.

Depois disso, todo o meu mundo mudou. Eu não fazia ideia de que havia tanta coisa escrita. Era como se tivesse estado meia cega. Normalmente, limpo vidros com jornais húmidos porque é eficaz. De repente, os jornais passaram a ter um significado maior para mim. Estavam cheios de histórias. Comecei a lê-los antes de os usar para limpar. Até tinham histórias da minha terra natal.

Adoro a liberdade nesta cidade, adoro andar sozinha nas ruas. Eu vejo que Izmir está a crescer. Estamos rodeados de edifícios muito altos, foram construídas duas autoestradas ao lado do nosso bairro e está cada vez mais difícil respirar por causa dos gases de escape. O meu marido quer regressar à nossa terra e, por vezes, sinto falta do ar puro de lá, mas depois penso que, se regressar, será que poderei voltar a passear sozinha?"

Partilhe esta página